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"Vocação de Portugalidade"

 

 

A Fundação Lusíada :: Notícias


»  15 de Novembro | 2016 » A Fundação Lusíada está a promover uma oportunidade de desenvolvimento profissional na área de MARKETING / COMUNICAÇÃO ao abrigo do Programa Estágios-Emprego IEFP.

No âmbito do crescente número de projectos em curso pretende ampliar a sua presença nos diversos canais de comunicação, em particular o digital, onde prevê a necessidade de alargar os seus recursos humanos para a área de Comunicação e Marketing.

Local de trabalho: Lisboa, sede da Fundação Lusíada

Tipo: Tempo Inteiro; Estágio Profissional

Principais Responsabilidades: Gestão da Comunicação online; Apoio no desenvolvimento de estratégias de Marketing; Gestão da Marca; Actualização e monitorização de redes sociais; Apoio na planificação e gestão de eventos; Apoio na comunicação interna; Pesquisa de novos conceitos e oportunidade de valor.

Perfil do Candidato:
- Licenciatura em Marketing, Comunicação, ou áreas relacionadas;
- Conhecimentos de Marketing Digital, Publicidade e Social Media;
- Experiência na utilização de ferramentas de edição gráfica e web;
- Facilidade na gestão e criação de conteúdos para os meios digitais;
- Elegibilidade para frequentar Estágio Emprego do IEFP;
- Boa capacidade de comunicação oral e escrita;
- Bom domínio do Português e Inglês;

Competências Valorizadas: Capacidade de iniciativa e pró-actividade; Forte sentido de responsabilidade; Facilidade de comunicação; Orientação por objectivos; Determinação em aprender.

Oferece-se: Estágio Profissional com a duração de 9 meses; Bolsa de Estágio; Subsídio de Alimentação; Oportunidade de Formação e Desenvolvimento Profissional.

Candidaturas: remeter breve carta de motivação e CV actualizado para info@fundacao-lusiada.org até 23 de Dezembro de 2016.

 


»  21 de Outubro | 2016

Irá realizar-se na Sociedade de Geografia de Lisboa (Auditório Adriano Moreira - R. das Portas de S. Antão, 100 em Lisboa), no próximo dia 21 de Outubro 2016pelas 15:30 horas uma Palestra que irá ser proferida pelo Presidente da Fundação Lusíada - Dr. Abel de Lacerda Botelho - sob o tema:

A Verdade em Luiz de Camões e nos seus Versos

»  12 de Março | 2016

No passado sábado dia 12 de Março e no Círculo Eça de Queiroz, ao Chiado, decorreu uma Sessão Cultural evocativa da passagem do 30º aniversário da constituição da Fundação Lusíada.

Seguiu-se almoço de homenagem ao seu Fundador e ainda Presidente do Conselho de Administração da Fundação Lusíada Dr. Abel de Lacerda Botelho que foi felicitado por dezenas de pessoas presentes e através de variadíssimas mensagens enviadas de Norte a Sul de Portugal, do Brasil, Canadá, Luxemburgo, Suíça, Itália, Espanha, Guiné, S. Tomé e Príncipe, Angola e Moçambique.

A Sessão Cultural foi aberta pelo Secretário-Geral da Fundação Lusíada – Dr. Bruno do Nascimento Nobre que depois passou a palavra ao Dr. Abel de Lacerda Botelho, e este fez uma resenha das razões e motivos culturais e sociais que na época, o levaram a constituir a Fundação, e qual o significado dos Símbolos que a Fundação usa e pratica. De seguida referiu e agradeceu a todos os Administradores que durante estes 30 anos de existência da Fundação exerceram os seus cargos, relembrando a acção que eles tiveram em prol da Cultura Portuguesa, destacando a memória dos que já não se encontram no nosso convívio como sejam o Dr. António Quadros, Drª. Dalila Pereira da Costa, Prof. Dr. Justino Mendes de Almeida e agradeceu também toda a grande e profícua colaboração que os demais Cooperantes da Fundação tiveram em prol da mesma, nomeadamente os Administradores – Francisco da Cunha Leão, Jesué Pinharanda Gomes, Joaquim Domingues, António Monteiro de Lacerda, António Castilho Borges, Arnaldo de Mariz Rozeira, e Glória Almeida Zeferino que sempre com zelo e gratuitamente têm exercido os seus cargos.

Referiu que a Fundação Lusíada cujo objectivo desde o início até hoje, tem sido o de Defender e Divulgar a Língua e a Cultura Portuguesa nos países de língua portuguesa, nos países onde existem comunidade lusas e em qualquer outro país onde tal se torne útil ou necessário, continua a tal prosseguir e hoje detém várias Representações espalhadas pelo Mundo, desde o Brasil (no Rio de Janeiro, S. Salvador da Bahia, Recife), nos E.U.A. (Newark), no Canadá (Toronto), no Luxemburgo, na Suíça (Friburgo), na Guiné-Bissau, em S. Tomé e Príncipe, em Angola e Moçambique.

A Fundação nasceu como Instituição Privada e independente dos poderes públicos, e continua a ser uma Vocação e um Serviço:

Vocação de Portugalidade e Serviço do Pensamento, da Vida e da Cultura Lusíada.

A nível Editorial já editou mais de 60 títulos distribuídos pelas suas Colecções de: Ensaios, Poesia, Documentos, Expectativas, Memórias e Teatro, e em seguida o Dr. Abel de Lacerda Botelho referiu um por um, os 36 (trinta e seis) autores-escritores já publicados pela Fundação.

Referiu ainda que a actividade da Fundação não se tem limitado só à publicação e patrocínio editorial de Obras literárias-filosóficas e à sua Difusão por Universidades, Arquivos, e Municípios, Escolas, Bibliotecas Públicas e privadas, Lares de Terceira Idade, Associações Culturais e mesmo Desportivas e de Assistência Social, mas também e durante 30 anos têm-se realizado inúmeros Colóquios, Sabatinas, Seminários e Congressos quer em Portugal, no Brasil, na Suíça e no Canadá abordando os mais diversos temas Literários, Filosóficos e prestando homenagens públicas a imensas figuras da vida cultural Portuguesa.
Destacou ainda como marcos fundamentais na actividade da Fundação durante estes 30 anos o ter:

 - Contribuído para a formalização, constituição e oficialidade da C.P.L.P., pois participou assídua e cooperantemente com o Grupo Brasileiro para atingir tal finalidade. Tal grupo de intelectuais e Políticos Brasileiros fora constituído por:
- Prof. José Sarney – Presidente da República
- Prof. José Aparício – Embaixador
- Prof. Dr. Gerardo Mello Mourão
- Prof. Dr. Paulo Mercadante
- Prof. Dr. Miguel Reale.

- Ter contribuído para a constituição do Centro Português de Fundações.

- O ter constituído e registado no Luxemburgo em 1968 a Primeira Universidade de Língua Portuguesa fora dos Países Lusófonos.

- O ter constituído e registado em Novembro de 1969 em Friburgo – Suíça, a “Fondation Lusiada”.

- O de ter contribuído no Luxemburgo e na Suíça para que nesses países seja leccionado o ensino da Língua Portuguesa como disciplina optativa liceal.

Terminou referindo para Memória Futura que ele próprio, Dr. António Quadros e Dr. Francisco da Cunha Leão, convidaram logo no início e por duas vezes, o Filósofo Agostinho da Silva para presidir à Fundação Lusíada, e este sempre declinando o convite insistiu para que deveria ser o Fundador, o seu Presidente executivo, assegurando-lhe nessa altura (30 anos já passados) que ele iria ser o novo Nauta tal como Gama fora, para iniciar a Viagem Cultural à Índia, desta vez – viagem cultural pelo Mundo, mas que se acautelasse desde já pois iria sofrer entre ouros obstáculos e contratempos, TRÊS sérias TRAIÇÕES. Profeticamente o previu, e vivencialmente tal aconteceu.

Nunca ele Fundador, esperou presidir por 30 anos à própria Fundação. Tem a plena consciência de dentro das suas modestas e pequenas possibilidades ter “aguentado” as tormentas que tal Nau cultural tem tido nos diversos Mares que tem atravessado, e faz sinceros votos que a Fundação Lusíada possa “prosseguir a sua viagem cultural e peregrina por esse mundo além”, sempre defendendo a Língua e a Cultura Lusa, pois

“Só por obras valerosas praticadas”
“É que da Lei da morte os Lusos se irão libertando”.

A seguir foi exibido um filme evocativo das várias actividades públicas que a Fundação teve ao longo dos seus trinta anos de vida. Esse filme terminou com a publicitação de várias condecorações e agraciamentos públicos que o Fundador Dr. Abel de Lacerda Botelho foi tendo pelo mundo fora, ao longo destes últimos 30 anos.

De seguida a Dr.ª Maria da Conceição Azenha fez a leitura-declamação de poemas de autores-poetas já editados pela Fundação.

Antes da reunião terminar, foram apresentadas ofertas à Fundação, sendo de destacar um quadro pintado pela artista Dr.ª Cynthia Guimarães Taveira, e uma “Cruz - processional COPTA” – relíquia secular – ofertada pelo Major José da Silva Duarte – que evocou as viagens à Etiópia feitas na companhia do Presidente da Fundação e dos momentos culturais calorosos que ambos lá passaram e das condecorações que o Estado Etíope e sua Beatitude o Papa – Copta Papoulos II lhes prestaram e concederam.

A sessão terminou, com a entrega por parte do Presidente da Fundação Lusíada de Medalhas, Placas e Símbolo da Fundação ofertadas aos Administradores presentes e aos Colaboradores da Fundação que mais se distinguiram nos últimos sete anos pelo seu trabalho e abnegação a favor da Fundação Lusíada.

Seguiu-se um momento musical com a actuação do Violinista Leonidas, que se prolongou durante o almoço que a seguir foi servido a mais de 50 pessoas presentes.

No final do almoço tomou a palavra o Grão-Prior do Centro de Portugal e Algarve da Ordem de Ourique – Coronel João Manuel dos Santos Fernandes – para felicitar o Dr. Abel de Lacerda Botelho que é também o Grão-Mestre da Ordem de Ourique e ofertar-lhe uma placa comemorativa em cristal Atlantis.

Também tomou a palavra para homenagear a Fundação o Exmº.  Sr. Prof. Dr. Rodrigo Sobral da Cunha e a Engª. Maria da Glória Almeida Zeferino que em nome das Representações da Fundação Lusíada no Brasil ofereceu ao Fundador um emblema peitoral em ouro – a pomba do Espírito Santo, símbolo da Fundação.

Dignaram-se estar presentes à Sessão Solene e Almoço, além de várias dezenas de amigos da Fundação Lusíada, S.A.R. D. Miguel de Bragança - Duque de Viseu - e a Ex.ª. Srª. Doutora Mafalda Quadros Ferro Presidente da Fundação António Quadros.

   

»  6 e 7 de Novembro | 2015 » Investidura  de novas Damas e Cavaleiros na “Ordem de Ourique”
 

Realizou-se a Investidura de novas Damas e Cavaleiros na “Ordem de Ourique”- Associação Promotora da Portugalidade - que decorreu em Lamego nos dias 6 e 7 de Novembro de 2015, tendo esta sido vista e comentada pelo associado honorário Dr. João Barroso da Fonte:

"Em cerimónia de elevado sentido histórico para a promoção da Portugalidade decorreu na Sé de Lamego, na manhã do último Sábado, a investidura de mais 17 damas e cavaleiros. 

Vieram de todo o país. De Lisboa, onde funciona a sede, chegaram em autocarro 50 membros, entre os quais o Estado Maior da Ordem. A chegada à cidade que alberga o Centro de Operações Especiais, mais conhecidos por rangeres, foi ao início da tarde.

Seguiu-se uma visita guiada ao Santuário de N. Srª dos Remédios, às caves e às 21 h decorreu uma vigília e veneração a São Nuno de Santa Maria, na igreja Maior de N- Srª de  Almacave. Na manhã de Sábado, teve lugar o ato da investidura na Capela do Divino Espírito Santo, uma cerimónia de grande recolhimento e sentido cristão que foi presidida pelo Bispo Emérito de Lamego D. Jacinto Botelho. Ao meio dia realizou-se uma concelebração de Missa Solene na Sé Catedral, com um amplo coro, muito afinado e com os cavaleiros acabados de empossar e outros mais antigos, trajando as mantas brancas da Ordem e colares alusivos para cavaleiros e para as damas.

Seguiu-se o almoço no Hotel de Lamego, durante o qual foram entregues os diplomas aos novos cavaleiros e damas, após uma preleção alusiva ao ato, pelo Sócio Fundador 

Dr. Abel de Lacerda Botelho. Foi deste ideólogo sem fronteiras que nasceu e tem vindo  a implantar-se na sociedade Portuguesa este ímpeto. No preâmbulo dos estatutos consignou que a «Ordem de Ourique é um bem comum, inerente em primeiro lugar, a todos os povos que herdaram esse bem e, em segundo lugar, a todos os que, fora da linha hereditária, na Portugalidade achem motivações e respostas adequadas ao seu destino, à maior glória de Deus e da Pátria. É uma Associação cívica, sem fins lucrativos. 

Nasceu da vontade de portugueses que têm consciência da realidade de uma axiologia lusíada que se exprime, quer no pensamento, quer na história mediante uma língua e uma cultura específicas, singulares, sem prejuízo de uma dialogante existência, com vista ao estabelecimento de uma sociedade justa, solidária e cultuante da paz».

A cidade de Lamego assistiu ao cortejo de dezenas de Cavaleiros e Damas, com suas capas brancas e insígnias próprias da Ordem que pretende reavivar a memória da Batalha do mesmo nome, ocorrida em 28 de Julho de 1139, dia em que Afonso Henriques completava 28 anos. Foi após essa Batalha em que venceu os cinco reis mouros que Afonso Henriques se considerou rei, pela primeira vez. A este feito do Rei Fundador se deve a legenda: In Hoc Signo Vinces = com este sinal vencerás. A tradição diz que esta legenda com as quatro palavras e a figura de Constantino, foram vistas em volta de uma cruz que lhe apareceu nos ares, quando marchava contra Maxêncio.

Este emblema estampado nas capas que os sócios, beneméritos, honorários ou efetivos usam em cerimónias públicas representa um dos Sinais e Selo que D. Afonso Henrique criou e usou após essa Batalha. E simboliza o Anjo de Portugal com as suas Asas abertas e protetoras. A Cruz ao centro relembra a visão que D. Afonso Henriques teve de Cristo crucificado na véspera da mesma Batalha. As quatro esferas nos pontos cardeais simbolizam a perene compromisso que Afonso Henriques em seu nome e de todas as gerações de Portugueses assumiu perante Deus, de tornar conhecido e venerado em todo o mundo, o Santo nome de Cristo e a sua mensagem de Justiça, de amor e de paz.

Na cerimónia de investidura dos novos confrades que teve por palco a Capela do Divino Espírito Santo, o investigador J. Pinharanda Gomes e o Confrade Fundador Abel Lacerda Botelho proferiram explicações alusivas aos atos que tinham começado na véspera com uma velada e leitura de meditação pelo Postulante Cor. João dos Santos Fernandes. 

Seguiram-se uma invocação de Santo Nuno de Santa Maria e essa velada terminou com a Bênção pelo Confrade Padre Fernando Albano.

Foi uma jornada histórica esta que os órgãos sociais da Ordem de Ourique fizeram em 6 e 7 do corrente à cidade de Lamego. O pintor João Soares expôs ali dez pinturas alusivas ao Fundador. 

Participámos como sócio honorário (nº 5 ) nesta memorável deslocação ao norte. Conhecemos entre os participantes membros da mesma família (Pizarro, de Chaves) três gerações: avô, filho e neto. Como estudioso da vida e obra de Afonso Henriques, esta Ordem diz-nos muito. E em Lamego, onde em 1964, fiz o curso de Operações Especiais (ranger), e lá regresso, de vez quando, como sócio nº 15 da Associação dessa classe de militares, quase me arrepiaram os cabelos do corpo e da alma. A Ordem de Ourique tem um simbolismo inimaginável para os Portugueses. E encerra mistérios que o Padre José Pinto Pereira condensou nos dez argumentos que ditaram o 

«Aparato Histórico» sobre a Santidade de Afonso Henriques. Nessa obra que possuímos e que foi editada em Roma em 1728, demonstrou que o nosso I Rei foi «Pio, Beato e Santo». Foi uma tese aprovada em todos os graus hierárquicos da Santa Sé. Nessa obra insuspeita se confirma a tradição que em 2009, numa pirueta historiográfica, alguns historiadores profissionais, com o beneplácito da Academia Portuguesa de História, quiseram impor ao afirmar o seu nascimento em Viseu, em Agosto de 1109.

O Dr. Abel de Lacerda Botelho, alma da Ordem de Ourique, recordou-nos o convite para avançar com a reedição dessa obra que até agora esteve retida nas prateleiras. Assim a saúde o permita."

   

»  11 de Junho | 2015 » Cultura, Medicina e Natureza – na emergência da humanidade
  Teve lugar na Secção Regional do Norte da Ordem dos Médicos, na Rua Delfim Maia, 405 (à Arca de Água) - Porto, no passado dia 11 de Junho de 2015 (quinta-feira), a apresentação do livro - Cultura, Medicina e Natureza - na emergência da humanidade, da autoria do Prof. C. Hipólito Reis.

A apresentação terá sido feita pelo Prof. Doutor António Sarmento. Lido também, pela Exmª. Srª. Drª. Maria do Rosário Serrão, um texto elaborado para o evento pelo Prof. Daniel Serrão. Esta obra constitui o 36º título da colecção "Ensaios de Filosofia" da Fundação Lusíada.

Na sessão pública esteve presente e pronunciou umas palavras de abertura o presidente da Fundação Lusíada - Dr. Abel de Lacerda Botelho.
   

»  24 de Abril | 2015 » "Sobre o (des)Acordo Ortográfico na Língua Portuguesa"
 

No próximo dia 13 de Maio de 2015, segundo os que estão a favor, ou no próximo ano, a 22 de Setembro de 2016, segundo outros que estão contra, termina o período de transição estabelecido para a implementação do Acordo Ortográfico (AO) de 16 de Dezembro de 1990.

Se a primeira data tem conotações religiosas, dando-se a César o que não é de César, a segunda coincide com a ausência de poluição, onde todos devem «andar a pé e de bicicleta», uma iniciativa tão desajustada, em DIA EUROPEU SEM CARROS, como o Acordo Ortográfico.

A Fundação Lusíada corrobora a convicção de muitos portugueses de que o AO foi um «desaire» diplomático e político, não só a nível da Comunidade de Países de Língua Portuguesa (CPLP) bem como internacional face aos objectivos a que se propunha. Se Angola manifesta repnugância em avocar o AO e o Brasil foge dele como o «diabo da cruz» para o aplicar, também não é menos verdade que seria utópico congregarmos a Guiné Equatorial ou impôr grafias a um Moçambique aderente há muito ao Commonwealh, senão mesmo colidirmos com o espírito do Commmon European Framework of Reference for Languages (CEFRL).

Também parece faltarem «sábios» para produzir uma Gramática Histórica Portuguesa para o século XXI, onde uma diáspora e países de muitos milhões falam o português, fixando-se o Governo de Portugal em impôr um AO contra tudo e contra todos, até mesmo, segundo muitos juristas, contra a Constituição da República Portuguesa.

Assistiu o Presidente da Fundação Lusíada, como mero observador anónimo, no passado dia 14 de Abril de 2015 a um Fórum sob a égide de docentes e alunos da Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa, saindo dele com o reforço convicto de uma inequívoca e mental resistência à ditatorial imposição governamental de prevalecer a vontade de escassos académicos, sem a plenitude de apoio das Academias ou Universidades e Escolas onde pertencem ou leccionam, à flexibilidade do falar e escrever dos povos de língua portuguesa.

Ao longo de sete meses e em sete sessões respectivas promoveu a Fundação Lusíada, a discussão temática OITO SÉCULOS DE LÍNGUA PORTUGUESA, extraindo-se das suas CONCLUSÕES lógicas adversidades e violações grosseiras gramaticais inseridas no actual AO.

Além de ter sido aprovado durante as sessões referidas que se propusesse:

I - Que seja implementada a existência de um Dicionário  e de uma Gramática de Língua Portuguesa em todos os Lares familiares e Casas por Lusos habitadas.

II - Ser criado em Portugal um TRIBUNAL DA LÍNGUA (no seguimento do que aliás já existe em outros países em relação a suas línguas pátrias).

 III - Deverá ser alertada a C.P.L.P. para o facto do perigo que resulta e pode advir mesmo para a sua continuidade e evolução, de sub-repticiamente ser metido dentro dela, um novo “Cavalo de Tróia” que seria representado por um pretenso Acordo-Ortográfico, que mais redundaria em “bomba relógio” de “desacordo interno” nocivo e desgastante da própria língua Portuguesa, que é afinal ela, o núcleo central da existência e da vivência da C.P.L.P.

IV - Que o Governo Português suspenda de imediato a entrada do A.O. de 1990, até este estar plenamente ratificado por todas as Assembleias Nacionais dos respectivos nove países que têm a língua portuguesa como língua oficial. Pois caso contrário as classes estudantis e mais jovens serão as grandes vítimas da entrada em vigor do A.O., com todas as consequências que de futuro advirão, e da confusão ortográfica que forçosamente se instalará, e que em última análise será desgastante para a vida normal e quotidiana de todos os povos da C.P.L.P. e da Diáspora Lusa.

Pelo exposto, seja ou não possível rever a posição oficial do Governo Português, a Fundação Lusíada, continuando a fomentar as Humanidades na CPLP, como há mais de 29 anos o faz, mesmo até na área da filantropia e mecenato, expressa a sua Mensagem, plagiando um extracto inserido no Novo Dicionário da Língua Portuguesa de António Cândido de Figueiredo (1846-1925), onde o apelo aos consensos prévios sempre foi essencial:

 ... “Como se vê, e certamente no conceito de quantos se interessam pela língua portuguesa e pelo lustre da sciência, porque nenhuma sciência brilha, coberta de remendos, a revisão do nosso vocabulário geográfico não é apenas conveniente, é necessária.

«Não falta quem possa corrigir abusos, modificar usanças injustificáveis, normalizar praxes autorizadas.

«Não basta porém a competência individual. Tarefa tal tem de sêr colectiva, para se não evitar a discussão, e para que as conclusões tenham responsabilidade ampla e, portanto, mais autoridade que uma voz insulada, por mais alto que sôe”

18-IX-98. Revista Portuguesa Colonial e Marítima, de 20 de Outobro de 1898

É esta a MENSAGEM que a Fundação Lusíada apresenta a Vossas Excelências, Excelentíssimas Altas Entidades da CPLP e Altos Dignitários, Directores e Chefes de Redacção, dos Órgãos de Comunicação Social que escrevem e falam esta flexiva língua indo-europeia, na vocalização autónoma do itálico europeu, o PORTUGUÊS.

 

Com a gratidão de uma melhor atenção e os respeitosos cumprimentos,

                                                                                                  
                                                            O PRESIDENTE DA FUNDAÇÃO LUSÍADA

                                                                            Abel de Lacerda Botelho

 

  »  Nota de Imprensa (151Kb)
   

»  22 de Abril | 2015 » "CONVERSAS SOLTAS EM PORTUGUÊS FALANDO"
conversas

A Direcção da FUNDAÇÃO LUSÍADA, e da ASSOCIAÇÃO PROMOTORA de PORTUGALIDADE - ORDEM de OURIQUE têm a honra de convidar V. Exª a participar na 7ª Sessão Cultural (e última desta época), com o tema:

"Como praticar e defender a língua portuguesa”
(Comentários ao Acordo Ortográfico de 1990)

A sessão terá lugar no próximo dia 22 de Abril de 2015, às 17:00h, no Largo do Mitelo, nº 25 em Lisboa (junto ao Campo de Sant’Ana), tendo como moderador o Exmº. Presidente da Fundação Lusíada - Dr. Abel de Lacerda Botelho.

Este projecto cultural insere-se no âmbito das Comemorações dos 8 Séculos da Língua Portuguesa, tendo as 6ª Sessões anteriores sido realizadas em 22 de Outubro 2014, 12 de Novembro 2014, 10 de Dezembro 2014, 28 de Janeiro 2015, 25 de Fevereiro 2015 e 25 de Março de 2015.

Muito nos honrará a vossa presença.  A entrada será, como habitual, LIVRE.

   

»  1 de Abril | 2015 » Fundação Lusíada defende criação de passaporte lusófono
 

Defesa da ideia foi feita pelo presidente dessa fundação que acusa os políticos de falta de interesse pelo assunto

O presidente da Fundação Lusíada defendeu hoje no III Congresso da Cidadania Lusófona a criação de um passaporte para todos os falantes de português acusando os políticos de falta de interesse pelo assunto.

"Fala-se muito de lusofonia, e sobretudo os políticos para angariarem votos, mas nunca para cumprirem aquilo que eles dizem que querem fazer. Não vejo nenhum partido com coragem nacional e lusófona para pôr o assunto nos programas eleitorais", disse à Lusa Abel de Lacerda Botelho, presidente da Fundação Lusíada, que defende um documento comum para todos os cidadãos que falam português.

"Ou existe ou não existe uma cidadania lusófona. Se existe vamos pô-la na prática e, para isso, tem de se começar por ter um cartão de identidade comum a todo o ser lusófono: seja ele angolano, português, brasileiro ou timorense", afirmou.

Para Lacerda Botelho, com o "passaporte lusófono" ficaria garantida a circulação com facilidade entre os falantes de língua portuguesa assim como todos os cidadãos lusófonos seriam respeitados pelos outros países e pelos outros povos que "infelizmente estão a ter atitudes de revanche com a lusofonia".

"Esse passaporte deveria por de parte, de uma vez por todas, a obrigatoriedade de haver vistos para os brasileiros entrarem em Portugal; para os portugueses irem trabalhar para Angola, ou para os angolanos irem para São Tomé e Príncipe ou Brasil", acrescentou o responsável pela Fundação Lusíada.

O III Congresso da Cidadania Lusófona discutiu hoje a "importância das diásporas" com Zeferino Boal, da Casa de Angola; Carlos Mariano Manuel, da Liga Africana e José Mário Botelho da Academia Brasileira de Filologia.

Por seu lado, Renata Baracat do Conselho de Representantes de Brasileiros no Exterior afirmou que é importante conhecer a História do Brasil e de Portugal para se conseguirem melhores benefícios futuros. Baracat acrescentou que os acordos comerciais e culturais entre os dois países são recentes, insuficientes urgindo a sociedade civil a tomar iniciativas que promovam as ligações entre "os dois lados do Atlântico".

"Dentro das diásporas há varias formas de se trabalhar: entre governos mas também entre a sociedade civil, como associações que conduzem a uma verdadeira cidadania lusófona", defendeu Renata Baracat.

O congresso que começou na terça-feira decorre na Sociedade de Geografia, em Lisboa, e vai ainda abordar "a importância das diásporas" para Goa, Guiné Bissau, Guiné Equatorial, Macau, Malaca, Moçambique, São Tomé e Príncipe e Timor-Leste.

Fonte: dnotícias.pt / Lusa

   

»  31 de Março | 2015 » III Congresso de Cidadania Lusófona

Irá realizar-se o III Congresso da Cidadania Lusófona – “A Importância das Diásporas”.

Este congresso, coordenado pelo MIL – Movimento Internacional Lusófono e pela Sphaera Mundi: Museu do Mundo, irá ter a sua Sessão de Abertura no dia 31 de Março na Sociedade de Geografia de Lisboa, prolongando-se a 1 de Abril de 2015, onde se irá debater-se o tema “A importância das Diásporas”, e contará com a presença de representantes de países Lusófonos no plano cultural.

A Fundação Lusíada apoia este evento, onde estará representada através do seu presidente Dr. Abel de Lacerda Botelho, que irá moderar o painel “A importância das Diásporas para…” Brasil e Angola.

Este congresso contará também com o apoio do Centro Nacional de Cultura, Fundação Oriente, Instituto dos Mares da Lusofonia, Mundus 21, Nova Águia: Revista de Cultura para o século XXI, Observatório da Língua Portuguesa, Sociedade de Geografia de Lisboa e com a Sociedade Histórica da Independência de Portugal.

Para mais informações: http://cidadanialusofona.webnode.com/iii-ccl-cartaz/

   

»  25 de Março | 2015 » "CONVERSAS SOLTAS EM PORTUGUÊS FALANDO"
conversas

Com o intuito de dar continuidade ao ciclo de sessões culturais “Conversas Soltas em Português Falando”, a Direcção da Associação Promotora de Portugalidade, Ordem de Ourique, e a Fundação Lusíada têm a honra de convidar V. Exª a participar nesta 6ª Sessão Cultural, que terá decorrerá no próximo dia 25 de Março de 2015 às 17h, cujo tema é: “Estrangeirismos na Língua Portuguesa e influência de Línguas umas nas outras“.

Tal como ocorreu nas sessões anteriores, esta terá lugar no Largo do Mitelo, nº 25 (junto ao Campo de Sant’Ana), tendo como moderador o Dr. Abel de Lacerda Botelho.

A entrada será LIVRE.

   

»  20/21de Março | 2015 » Lançamento do livro: "O meu Polemista e Patriota Eça de Queirós”

     

A Fundação Lusíada vem por este meio convidar Vª Exas. para uma tarde cultural e um agradável convívio aquando do lançamento do livro “O meu Polemista e Patriota Eça de Queirós”, do Autor Antero Simões – que terá lugar no Círculo Eça de Queirós, ao Largo Rafael Bordalo Pinheiro, nº 4 em Lisboa, pelas 18h do dia 20 de Março de 2015, e cuja apresentação será feita pelo Dr. Abel de Lacerda Botelho, Presidente da Fundação Lusíada, seguida da intervenção do Autor.


PROGRAMA:
1º Momento: Lançamento do Livro (Sexta-feira, 20 de Março pelas 18h no Círculo Eça de Queirós). 1ª Parte – Lançamento de seu 12º Livro, o 2º sobre Eça de Queirós – O meu Polemista e Patriota Eça de Queirós. 2ª Parte – Interpretação à “viola” e “canto” de 3 Poemas de Eça de Queirós e 3 do Autor pelo Cantor-Instrumentalista J. Campos de Sousa.

2º Momento: Convívio - Sábado, dia 21 pelas 13h, no Restaurante do Círculo. Haverá um almoço (25€/pessoa), onde será homenageada a Esposa do Autor, Prof.ª Dores Simões – “A solícita companheira da Longa Diáspora”.

Estão assim abertas as inscrições para quantos dos convidados se queiram associar ao acto de convívio através da Dª Carminda (telef. 21 885 15 30) ou Autor (tlm. 966 526 138).

   

»  25 de Fevereiro| 2015 » "CONVERSAS SOLTAS EM PORTUGUÊS FALANDO"
conversas

No seguimento do ciclo de sessões culturais “Conversas Soltas em Português Falando”, a Direcção da Associação Promotora de Portugalidade, Ordem de Ourique, e a Fundação Lusíada têm a honra de convidar V. Exª a participar na 5ª Sessão Cultural, cujo tema é: “Quem alimenta uma Língua a enriquece e empobrece: Valorização de uma Língua através da Acentuação"

A sessão terá lugar no próximo dia 25 de Fevereiro de 2015, às 17h, no Largo do Mitelo, nº 25 (junto ao Campo de Sant’Ana), tendo como moderador o Dr. Abel de Lacerda Botelho. Muito nos honrará a vossa presença. A entrada será, como habitual, LIVRE.

   

»  28 de Janeiro| 2015 » "CONVERSAS SOLTAS EM PORTUGUÊS FALANDO"
conversas

Decorreu no passado dia 28 de Janeiro de 2015 a 4ª Sessão Cultural, "Conversas Soltas em Português Falando", abordando a temática: "Como se defende uma Língua".

Como habitual, a sessão teve lugar no Largo do Mitelo, nº 25 (junto ao Campo de Sant'Ana), tendo como moderador o Dr. Abel de Lacerda Botelho.

 

   

»  05 de Dezembro| 2014 » "CONVERSAS SOLTAS EM PORTUGUÊS FALANDO"
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No âmbito do ciclo de sessões culturais "Conversas Soltas em Português Falando", a Direcção da Associação Promotora de Portugalidade, Ordem de Ourique, e a Fundação Lusíada têm a honra de convidar V. Exª a participar nesta 3ª Sessão Cultural, cujo tema é: "Estruturação e Fortaleza de uma Língua".

A sessão terá lugar no próximo dia 12 de Novembro de 2014, às 18h, no Largo do Mitelo, nº 25 (junto ao Campo de Sant'Ana), tendo como moderador o Dr. Abel de Lacerda Botelho. A entrada será, como habitual, LIVRE.

Posteriormente irá realizar-se para todos os presentes um jantar de confraternização com troca de oferendas. Contamos com a vossa presença!

   

»  07 de Novembro| 2014 » "CONVERSAS SOLTAS EM PORTUGUÊS FALANDO"
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A Direcção da Associação Promotora de Portugalidade, Ordem de Ourique, e a Fundação Lusíada têm a honra de convidar V. Exª a participar na 2ª Sessão Cultural, cujo tema é: "Como é que uma Língua se autonomiza, desenvolve e morre".

A sessão terá lugar no próximo dia 10 de Dezembro de 2014, às 17h, no Largo do Mitelo, nº 25 (junto ao Campo de Sant'Ana), tendo como moderador o Dr. Abel de Lacerda Botelho. A entrada será LIVRE.

   

»  20 de Outubro| 2014 » "CONVERSAS SOLTAS EM PORTUGUÊS FALANDO"
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A Direcção da Associação Promotora de Portugalidade, Ordem de Ourique, e a Fundação Lusíada vêm por este meio convidar à participação nas “CONVERSAS SOLTAS EM PORTUGUÊS FALANDO - E JÁ LÁ VÃO MUITOS SÉCULOS” , evento inserido nas Comemorações dos 8 Séculos da existência escrita da Língua Portuguesa. Assim, de Outubro 2014 a Junho de 2015, irão ser promovidas mensalmente sessões culturais no Largo do Mitelo, nº 25 (junto ao Campo de Sant'Ana), pelas 17h00, tendo como moderador o Dr. Abel de Lacerda Botelho. A entrada será LIVRE.

A primeira sessão será no dia 22 de Outubro, seguindo-se a de 12 de Novembro e a de 10 de Dezembro.

   

»  20 de Junho| 2014 »A Fundação Lusíada convida a assistir a homenagem a Luiz Vaz de Camões.

 

 

A FUNDAÇÃO LUSÍADA tem a honra de convidar V. Excelência e Família para assistir à Sessão solene de homenagem a Luiz Vaz de Camões que terá lugar na Sala Algarve da Sociedade de Geografia de Lisboa (Rua das Portas de S. Antão, nº 100) pelas 15:00h do dia 20 de Junho de 2014, onde será proferida uma palestra pelo Presidente da Fundação Lusíada – Dr. Abel de Lacerda Botelho subordinada ao tema:

"Os Lusíadas - Bíblia Lusitana onde Luiz Vaz de Camões desvenda o conhecimento cósmico e canta a imortalidade de Lusos e da Pátria"

Venha ter um encontro com uma visão de Os Lusíadas diferente daquela que é tradicionalmente conhecida.

- Porque é Téthys e não Vénus a Deusa anfitriã do Gama e dos Nautas na Ilha Angélica pintada?

   

»  24 de Fevereiro| 2014 » Fundação Lusíada apoia projecto "Portugalidade".
portugalidade A Fundação Lusíada e a Associação Promotora de Portugalidade – Ordem de Ourique, impulsionaram um projecto que visa divulgar e promover o Ser e Estar Luso. Tirando proveito das "novas" tecnologias da informação, a internet, foi criado um espaço de partilha, promoção e reflexão da cultura Lusa.

O Presidente da Fundação Lusíada, Dr. Abel de Lacerda Botelho, convida a todos a consultarem e participarem no projecto em www.portugalidade.pt.
   

»  01 de Fevereiro| 2013 » Fundação Lusíada obteve a confirmação do estatuto de utilidade pública.
despacho_02 Segundo despacho do Exmo. Sr. Secretário de Estado da Presidência do Conselho de Ministros, Luís Maria de Barros Serra Marques Guedes, foi confirmado o estatuto de utilidade pública da Fundação Lusíada em Diário da República, 2ª série - nº 23 de 1 de Fevereiro de 2013, sob o despacho nº 1922/2013. Este despacho enquadra a Fundação Lusíada na nova Lei-Quadro das Fundações, aprovada pela Lei nº. 24/2012, de 9 de Julho.

Poderá consultar o despacho integral aqui.
   

»  22 de Julho| 2011

» Fundação Lusíada presente na Feira do Livro de Sintra.
feira_livro A Fundação Lusíada esteve presente na Feira do Livro de Sintra, de 22 a 31 de Julho de 2011. Este evento ocorreu na Alameda dos Combatentes da Grande Guerra – Jardim da Correnteza.

Para mais informações poderá consultar a página do evento na Câmara Municipal de Sintra em: http://www.cm-sintra.pt/NoticiaDisplay.aspx?ID=6296
   

»  01 de Julho| 2011 » Fundação Lusíada coloca website on-line.
      logoFL A Fundação Lusíada dá início à sua presença on-line através do lançamento do seu website oficial.