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"Defesa e Divulgação da Língua
 e Cultura Portuguesa"

 

Patrocínio Ribeiro
A Nacionalidade Portuguesa de Cristovam Colombo

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Ediçao bilingue
(português/inglês)


COLECÇÃO DOCUMENTOS

Nº 1 | 190 páginas | 1998
Formato: 160 x 230 mm

P.V.P. 12,00€
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NOTA DOS EDITORES

«Este livro de Patrocínio Ribeiro, publicado em Português e Inglês em 1927 pela Livraria Renascença, de Joaquim Cardoso, prova de uma forma sintética mas irrefutável, a nacionalidade portuguesa de Cristovão Colombo. É exactamente com este documento histórico que a Fundação Lusíada inicia uma nova Colecção designada “Documentos”. Outros naturalmente se seguirão dedicados à História Lusitana. E este ano de 1998 é oportuno: quinhentos anos depois de Vasco da Gama ter chegado à Índia, recordar e mais uma vez provar que Colombo é português, só anima a alma lusitana. Sobretudo a dos jovens que têm de conhecer a nossa História para terem orgulho nela e evitar assim o alheamento, para não dizer ignorância, em relação à sua herança cultural desde há oito séculos. “Nada é por acaso” e portanto não é por acaso que Portugal é o EstadoNação mais antigo do mundo a seguir ao Japão. Isso deve-se aos sacrifícios tremendos que muitos dos nossos antepassados sofreram em nome da Pátria e à sagrada sabedoria dos lusitanos na convivência humana com os outros Povos.

Colombo nasceu na Herdade de Columbaes, perto da vila de Cólos, actual concelho de Cuba. Porque não uma estátua ao Colombo português em Cuba? Há pelo menos sete nacionalidades atribuídas oficialmente a Cristovão Colombo. Só em Espanha há três: catalão (e tem uma estátua em Barcelona), castelhano e galego (e tem uma estátua em Vigo). Também é genovês, que é a versão digamos “oficial”, francês e até arménio. Em 1947 a TASS (na altura a Rádio oficial Soviética) divulgou a notícia de que os “cientistas soviéticos tinham concluído que Colombo tinha nascido na Arménia” (!). E na cidade de Santo Domingo, República Dominicana, Colombo tem lá uma estátua como sendo genovês.

O que é estranho em termos culturais é as Autoridades Portuguesas se recusarem a admitir a tese da nacionalidade portuguesa de Colombo sobre a qual é que têm sido, desde sempre, apresentadas mais provas com base científica. Ainda há poucos anos, em 1988, foi publicado um livro de Mascarenhas Barreto intitulado “O Português Cristovão Colombo”, suficientemente comprovativo. E quatro anos depois, em 1992, este livro foi publicado em Inglês em todo o Mundo.

Apenas um apontamento curioso, pois as provas científicas vai o Leitor encontrá-las neste livro que decidimos publicar rigorosamente na versão original. Umberto Eco, italiano, professor universitário em Itália e figura cultural mundialmente conhecida, escreveu no seu livro “O Pêndulo de Foucault”, a propósito de uma visita ao Convento dos Templários, em Tomar, a seguinte afirmação: “Cristovão Colombo, notoriamente um judeu português e portanto especialista em Cabala...” E Umberto Eco é italiano...»

 

 

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