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"Defesa e Divulgação da Língua
 e Cultura Portuguesa"

 

Alvaro Rêgo Cabral
Vade-Mécum & 5ª Dimensão - II Volume

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Tomo Segundo


COLECÇÃO MEMÓRIAS

Nº 2 | 316 páginas | 2009
Formato: 160 x 230 mm

P.V.P. 17,00€
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«A quem eventualmente me perguntasse por que ditames ou influxos (sobre os problemas fundamentais) eu me refugio sempre, ou quase sempre, no esoterismo da poética (apesar de me ressaber, e haver patenteado, que nem meio-poeta sou), responderia como no tomo primeiro exarei, - reiterando o que há séculos se diz e rediz, de mil formas, em milhares de línguas das mais diversas culturas, por todo, todo o orbe:

Porque a poesia (ambrósia de mil cores e aromas em sonoros deleites, - e candura de silêncios que iluminam) até aos mal-afortunados não-poetas se dá... E, neles, às vezes, até mesmo sublima...! À semelhança de o que alardeia na sina de cada um de nós ser filósofo; juiz; clérigo; advogado; médico; e louco. Bem como - digo eu - astrólogo, profeta, poeta, pateta, charlatão e vilão.

Mais, e como também poetei (esmagado ante a estarrecedora dimensão do Universo, - esse uno incrível, de catastrófica harmonia, em hiperciclópica expansão) dizendo-me, niilizado, que a EXISTÊNCIA é uma hiper, hiperorquestra...! Sinfonando, ad perpetuum, em gélido-rubras dissonâncias consonantes…! De alvor inapreensível e ocaso inconcebível. Mas, onde, necessariamente, PRINCÍPIO e FIM coexistem... Indiferenciando BOM de MAU... E compatibilizando IMENSO com MUITO-GRANDE e GRANDE; e PEQUENO com ÍNFIMO e INFIMÉRRIMO. Assim como até o BEM e o MAL e o FEIO e o BELO…! Em aparente nulificação de JUSTIÇA e BOM-SENSO...! Em científico lato assenso...!!!

Quanto porém à POÉTICA, e ao meu NÃO-SABER, impõe- se-me evocar, em igual reverência, e do referido tomo anterior também, estes versos de QUADRILÁTERO:

Sinto e penso que sei
o que a prosa em tempos foi…
e por que hoje é o que é.

E também sinto,
Mas não sei se deveras sei,
o que, em lídima essência,
a poética no fundo seja.

O que em nada obsta
a que resseguro eu esteja
de que emblematiza a Grei...!

E nos transcende.

***

Fechai os olhos, abri a alma,
e perguntai:

Por que mistérios a água,
tão comum e esotérica,
de tudo, tudo, tudo quanto é vital...!
foi, tem sido, é...! - mãe e pai...?!!?

E por que os melros não assobiam,
nem as demais canoras trinam
quando a chuva cai...?!!!

***



No remate do tomo precedente, patenteei, com base em provas físicas (dezenas e dezenas de fotografias mágicas, estonteantes e deslumbrantes) que a água, esse mineral misterioso, de que ao iniciarmos a vida somos constituídos em quase 99% e posteriormente cerca de 70, não se sabe, de facto, como apareceu. Nem de onde veio...! A água, repito, composto excepcional, único na transição de líquido para sólido e viceversa...! Ultrapassa de longe as plantas no seu relacionamento connosco...!!! No tocante à música; as nossas atenções; aos nossos sentimentos; e às nossas falas...!!! Pois reage e responde, espantosamente, não só à qualidade e beleza das melodias e expressões, como à própria grafia destas, seja em que língua for, em suporte de papel ou outro qualquer material...!!! Provando ser dotada de não sei que equivalente daquilo que designamos por vida...!!! Como lá se patenteia. Vida ou inteligência ou o que quer que se lhe chame...!!! E a água é mineral...! Oxigénio e hidrogénio...!!! Só e apenas. Segundo a ciência...! Será ...???!!! E apenas…???»
   

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